Don’t sink the boat, that you built to keep afloat.
Bem, ai está. Hora de falar sobre algo novo e atualizado. Posso dizer que fiquei durante um bom tempo sem ter muito o que falar, ou não. Na verdade, eu não estava era com coragem de chegar aqui e postar algo. Já que da última vez, acabei perdendo um post gigantesco e não sabia, que ele estava salvo. Piadinhas a parte, foi bem complicado fácil descobrir onde ele estava.
Baboseiras a parte, creio que nesse meio tempo em que eu passei fora da atuação politico-economica as coisas melhoraram, e muito por sinal. Meu pai por exemplo, está a algumas semanas de abrir o escritório completamente reformado. Bem, eu fiquei de lado na parte administrativa e servi somente para carregar algumas caixas, lavar a Lana e por fim recolher algumas embalagens plásticas.
Por um certo momento, eu até cheguei a pensar que o negocio estava fadado ao fracasso. Bem, graças aos bons deuses, as coisas estão caminhando muito bem. Gosto de ver o meu pai empenhado e não se preocupando com os ultimos acontecimentos (Ou melhor, os ultimos acontecimentos do ano passado), é complicado ver alguém que você ama muito e tem como um herói tão deprimido. Mesmo que meu pai nunca fora presente da maneira que eu gostaria, ainda sim sempre estava ao meu lado. Não jogava video-games comigo, não assistia as minhas competições de natação, nunca concordou com os filmes que eu gostei, sempre foi impossivel assistir jogo de futebol com ele ou mesmo uma série normal de TV. Mas ainda sim lá estava ele firme e forte, mesmo longe da gente durante as mudanças (Em 1998 e 2005) lá estava ele, ajudando a gente.
E creio que graças a isso, acabei criando uma afinidade imensa com a minha mãe. Passar um bom tempo conversando e cozinhando acabou se tornando um dos nossos passatempos favoritos. Ela me pede uma cebola, eu descasco um tomate ou desligo o fogo do arroz. Mas ainda sim tempos tempo pra conversar (Menos de manhã, por favor mãe! Eu acordo e quero ficar em silêncio, quando é que as mulheres vão aprender isso?), falar sobre banalidades e tentar saber como foi o dia de cada um.
Ela já me consolou quando ficava triste por causa de alguma garota, já brigou comigo por causa da toalha molhada no chão, já me xingou por causa de notas baixas. Mas sempre me apoiou em tudo, menos quando eu estava errado é claro, bateu de frente com os professores e me tirou da escola mesmo eu não querendo, porem acho que aquilo foi bom para que eu perdesse um pouco as raizes dos lugares. Ou pior, me HUMILHAR no Mortal Kombat com todos os botões apertados, assistirmos CSI juntos, corrermos da Lana juntos, ficarmos em Campos do Jordão fazendo nada, juntos.
Bem, nesses ultimos meses em que eu passei boa parte do meu tempo com eles – Pra não dizer o tempo todo, mesmo boa parte sendo no meu quarto – Eu percebo a gigantesca falta, que eles vão fazer pra mim durante as viagens.

Mom and Dad, funny pic.

Muito lindo esse texto, adorei